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Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Verdades absolutas sobre basicamente tudo.
All great truths begin as blasphemies.
Nem mais. Porra. 

30 de abril de 2004

Lost in Translation

A erudição futebolística de Gabriel Alves é unanimemente reconhecida. No último jogo da selecção, contra a Suécia, El Gabi (como é conhecido em Porto Rico, onde tem uma vasta legião de adeptos que, em vez da música da Macarena, ouvem os seus comentários numa mescla com ritmos calientes) esteve ao seu nível e, ao ouvir a forma como ele consegue explanar toda a sua sapiência, lembrei-me de uma das suas pérolas, uma das muitas com que tive o prazer de ser brindado. Estávamos em meados dos anos 90. Domingo ou Sábado à tarde, espaço de resumos do campeonato inglês, na RTP2 (ou Nova 2, TV2, uma coisa assim, eles estão sempre a mudar). Jogo: Arsenal contra uns gajos azuis. Ian Wright marca uns dois ou três golos. Após os festejos de um desses golos, temos um plano de uma tarja dos adeptos do Arsenal (ou dos Gunners como diria Alves com um brilhozinho nos olhos). A tarja dizia: “Ian Wright – The Legend”. Gabriel Alves exulta. Solta um dos seus emblemáticos “ohhhhhhhhhhhh” em agudo crescente. Acto contínuo, resolve elucidar-nos com os seus conhecimentos de british english: “Cá estão os adeptos ingleses a celebrar o futebol: Ian Wright, a LEGENDA”! "

Dado estatístico que não interessa a ninguém: Ian Wright marcou 238 golos em 457 golos pelo Arsenal. Tem uma média de 0.521 golos por partida. Ou seja, é preciso uma boa pontaria para se tornar numa legenda do futebol inglês.


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