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Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Verdades absolutas sobre basicamente tudo.
All great truths begin as blasphemies.
Nem mais. Porra. 

14 de junho de 2007

Factos da vida #16



Tirando cerca de quinhentas e trinta e duas actividades envolvendo seios em actividade parideira e com assinalável nível de copa, poucas coisas são visualmente tão estimulantes como dois anões a jogar ping-pong.

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6 de junho de 2007

Não sei se se nota, mas talvez















No meu caso, e ao longo desse Ney Matogrosso que é o quotidiano, tem-se vindo a desenrolar, e até a consolidar de forma que nenhuma adjectivação define ainda como desejo, uma relação amor/ódio com os electrodomésticos. Embora sem a parte do amor. Como em quase tudo na vida, de resto. Ou tudo, que a sinceridade ainda é uma qualidade, que, por sua vez, e apenas e só em relação a mim, será sempre sinónimo de característica. Nada tenho, tenha-se isto bem presente, contra o progresso, pelo menos enquanto conceito e substantivo. Como nome próprio, a conversa já piará mais fininho. Acho que é feio. Mas diz que até é um sucesso em três PALOP. Cenas lá deles, suponho. Contra o progresso, nada ou muito pouco. Até sou comunista, mas isso é só porque não sou rico. Quando for, abastado, é mais que óbvio e garantido que passarei a ser um daqueles gajos que acha que quem quer subsídios não passa dum calaceiro, que há para aí muito emprego e essa malta não quer é trabalhar, os embusteiros duma figa. Um dos problemas mais recorrentes, envolvendo a minha faceta de caseira e os aparelhos eléctricos de aproveitamento doméstico, tem o microondas como personagem principal. Principal se, num exercício absurdo, se conseguir considerar que eu não sou o protagonista, a luz e o sol de todas as dinâmicas em que meto o bedelho. Na minha vida actual, e por razões diversas que podia resumir numa única mas não quero, sou forçado a recorrer a três microondas. E é chato. É chato porque as marcas de microondas, e os três são de raças distintas, não parecem ter chegado a um consenso relativamente à correspondência, absolutamente vital em aparelhos desta índole, entre tempo de aquecimento e potência do aquecimento. Se, num dos microondas, um par de minutos é o tempo ideal para requentar algo que pernoitou no frigorífico, noutro já é período para que se registem aquelas pequenas explosões, as que deixam nódoas de molho nos cantos do aparelho. E, se for preciso, no outro, já só chega para aquele aquecimento de deixar umas partes a ferver e outras congeladas. Deviam ter criado um código de conduta para isto, era o que era. Mas as marcas de microondas devem achar que uma pessoa não tem mais nada para fazer que andar a decorar qual dos três microondas é que funciona na base dos dois minutos para deixar a comida mesmo aquecidinha e em condições. A verdade é que esta má relação não é d’agora e os electrodomésticos já me arreliam vai para muitas calendas. Lembro-me de, em pequeno, ter apanhado nas fuças duas vez. Por causa deles. Uma vez foi porque, aparentemente, não devia ter convencido a minha prima a tentar fazer uma permanente com a batedeira. Houve pranto durante dias, a minha prima teve que cortar o cabelo e toda a gente lá na escola pensou que era porque tinha piolhos. Ficou sem amigos e agora está numa instituição, todo o dia de pijama a afastar mosquitos que não existem. A minha tia ainda hoje me responsabiliza por isso, mas não fui eu que lhe peguei piolhos. Eu lembro-me que ela meteu uma vez um chapéu da Dan Cake na cabeça que já estava num cabide lá da escola há uns dois anos. Se calhar foi daí. Mas é mais fácil culpar-me a mim, que não passava dum miúdo. Uma criança. Foi a primeira vez que a minha tia disse à minha mãe para me meter num psicólogo. Mas ela na altura ainda dizia “psicolo”. Fui eu que a corrigi e tudo. A partir daí começou a dizer bem, mas na altura ainda me olhou de lado, a parva. A outra, foi quando houve um acidente com o canário. E, por acidente, entenda-se “alguma vez secar o canário no forno vai fazer mal?”. Parece que faz. Sobretudo quando se vai ver um bocadinho de televisão enquanto o pássaro seca e, quando se dá por ela, passaram uns minutos que, todos somados, ainda dão umas horas. O complô da batedeira, do forno e do televisor resultara. Apanhei dessas duas vezes. Ou ralharam-me e eu ameacei logo os meus pais que ia dizer à polícia que me tinham batido com um martelo e que se fosse preciso até arranjava marcas feitas com um carimbo e eles iam presos que se lixavam. E o frigorífico é outro idiota que para aí anda. Por várias razões, sendo uma delas muito simples. Estimo francamente a manteiga com uma textura consistente e fácil de barrar. Mas isso não existe. Se está fria e consistente, é uma cópula barrar aquilo no pão. Se é fácil de barrar no pão, está mole e, em termos de paladar, a anos-luz da outra hipótese. Será que custava muito pensarem num frigorífico que deixasse a manteiga fria e fácil de barrar na mesma? Pelos vistos, sim. Parece que é melhor andar a investir em mariquices como ir à lua e ver se há torneiras ou baratas em Marte. E não se deixem empandeirar por avisos como “Agora fácil de barrar!!!”, que isso é só cantiga e não funciona com manteiga gélida. Também gostava de saber que mal fiz eu a Deus para a luz do frigorífico se fundir sempre comigo. Se há perguntas que enervam, uma delas é com certeza a “mas como é que fundiste a lampadazinha do frigorífico?”. Abri a porta. Foi isso que eu fiz. Todas as lâmpadas se fundem comigo. Se fundir lâmpadas fosse um super poder, eu andava agora aí de capa, a dar caldos em maus megalómanos que usam pala no olho. Ainda aqui há coisa de entretanto, a lâmpada do quarto fundiu-se quando tentei ligar a luz. O costume. Por norma, vou aos outros quartos e troco a lâmpada. Nada feito, que, depois de anos a usar este truque, parece que já tudo se foi fundindo. Até comprava uma lâmpada, mas devo trocar de pousio daqui a uns meses e não vale a pena estar a investir neste. Não sou parvo. Não tendo luz no quarto, tenho é que ter sempre o televisor ligado, para ser brindado com alguma luminosidade. Acabei por ver um anúncio, sei lá de quê, que, tal como os electrodomésticos, também remetia para cozinhas e divisões dessas. Apresentava como um facto científico o seguinte: a bancada da sua cozinha tem cinquenta vezes mais bactérias que o tampo da sua sanita. Singelo, não haja dúvidas. Eu fico muito agradecido a este anúncio. É sempre bom poder apresentar factos que calem aquelas pessoas que nos chamam nomes feios só porque nos apanham a picar cebola no tampo da sanita. Pelos vistos, porcas são elas. Cinquenta vezes mais. Toma, embrulha. Porcas.

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1 de junho de 2007

Porque há braille









“A mim não m’enganas tu. Consigo ler a tua cara como um livro”, disse o cego ao leproso.

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