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Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Verdades absolutas sobre basicamente tudo.
All great truths begin as blasphemies.
Nem mais. Porra. 

29 de maio de 2004

Manhã submersa

O Tonecas há muito que me intriga. Mas vi-o bater no fundo quando, do alto da minha ingenuidade, tive a infeliz ideia de ligar a televisão de manhã e apanhar o dito espécimen em plena Praça da Alegria. E a cantar. Aparentemente, e aqui é que a coisa fica ainda mais estranha, tratava-se de uma simples acção de promoção do seu último álbum. Além disso, e como se não bastasse o facto de ter quase 50 anos e fingir que tem 8 (a minha geração ainda está lixada por causa do Avó Cantigas que, não só não tinha cabelos brancos a sério, como nem sequer era avó de ninguém!!!!), o menino Tonecas conseguiu dilacerar todo o nosso glorioso passado poético quando entoou o seguinte refrão vezes sem conta: “A mãe Alziraaaaa é muitaaa giraaaaa! A mãe Alziraaaaa é muitaaa giraaaaa!

Todo este espectáculo foi acompanhado pela Picolé (as mulheres palhaço já passavam de moda, não?), pelo Jorge Gabriel (para quando uma reposição dos “Donos do Jogo” e do seu belo penteado à Julio Iglesias?), pela sempre sorridente rapariga loura (umas das mulheres que devia ter direito a uma licença de parto permanente) e por muitos dos presentes (pessoas sem nada melhor para fazer de manhã), numa coreografia medonha. Ainda bem que o Hélder (um gajo que merece um post só para ele) estava numa feira a interpelar velhotas de Matosinhos, de Amarante e de Gaia sobre a sua vontade em mandar beijinhos para alguém (o único pré-requisito é que os destinatários das carícias estejam em algum dos seguintes países: Suiça, França ou Canadá) Enquanto toda esta trágica cena se desenrolava, passavam, em rodapé, mensagens de um ou outro ex-combatente no Ultramar (infantaria 75 ou 61, quase sempre na Guiné) que pretendia avisar todos os interessados que iria decorrer um almoço de confraternização (não foi com coisas destas que começou o Klu Klux Klan? Bem, seja como for, e se não chega a tanto, parece-me que, no mínimo, o PNR consegue muitas das suas assinaturas neste género de iniciativas).


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